terça-feira, 29 de março de 2011

LeiAmm Com AmOr!


Salmos 51
[Salmo de Davi para o músico-mor, quando o profeta Natã veio a ele, depois dele ter possuído a Bate-Seba] Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.
Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado.
Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares.
Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.
Eis que amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria.
Purifica-me com hissope, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve.
Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste.
Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades.
Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.
Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo.
Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.
Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores a ti se converterão.
Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua louvará altamente a tua justiça.
Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.
Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos.
Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
Faze o bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.
Então te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então se oferecerão novilhos sobre o teu altar.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CLAMA AO ELE!


Salmos 120

[cântico dos degraus] Na minha angústia clamei ao SENHOR, e me ouviu.
SENHOR, livra a minha alma dos lábios mentirosos e da língua enganadora.
Que te será dado, ou que te será acrescentado, língua enganadora?
Flechas agudas do poderoso, com brasas vivas de zimbro.
Ai de mim, que peregrino em Meseque, e habito nas tendas de Quedar.
A minha alma bastante tempo habitou com os que detestam a paz.
Pacífico sou, mas quando eu falo já eles procuram a guerra.

Miragem
(Autor Luciano Dionisio)

Era um ser pretensioso;
Alheio à luz da razão,
Colocou-se no direito
De escrever, dentro do peito,
Um nome no coração.

Acreditou plenamente
Ser o dono de outro ser;
Tomou pra si sua imagem,
Sem lembrar-se que miragem
Tende a desaparecer.

Tornou-se um vulto, sem vida.
Depois do sonho desfeito,
É so um desgraçado
Com um nome tatuado
No lado esquerdo do peito!
Divina
( Autor - Luciano Dionisio)

Como fosse a mais Divina
De todas as criaturas;
Como se toda doçura
Que eu pudesse imaginar
(Bem como toda beleza),
carecesse da pureza
que reluz no seu olhar.

Como a própria natureza:
Essencial... preciosa...
Qual exuberante rosa?
Qual crepúsculo precioso,
Cenário de uma quimera?
Qual risonho primavera
Não se espelha no seu riso?

Qual fonte misteriosa,
De onde a magia emana?
Qual lua de porcelana,
Deslumbrante? Qual estrela?
Qual suave azul turquesa
Tem a sua sutileza?
Qual ser saberia sê-la?

Como se eu ousasse o sonho
De tê-la – musa exclusiva -,
Como fosse ela a diva
Que, pelas sendas futuras,
Me perfumaria a sina;
Como fosse a mais divina
De todas as criaturas!







Poesia

Esse Medo... 
(Poeta- Luciano Dionisio )

Tenho medo do espelho;
Do excuro; do vermelho
Que incendeia o pôr-do-sol.
Tenho medo do arrebol;
Da luz que escorre da telha;
Tenho medo da centelha
No meu olhar quando rio.
O mar me causa arrepio;
Temo a morte, o futuro...
A sombra negra do muro
Me dá imenso pavor;
Tenho fobia da dor,
Da tristeza... os amores
Me fazem lembrar as flores,
Que me Lembram cemitério.
Tenho medo de mistério,
De silêncio,de segredo...
Tenho medo, desde cedo,
De me perguntar...
Por quê?

Poemas romanticos e simples!

LUAR AVESSO 
(Poeta- Luciano Dionisio)
Não me vejo nessa lua
Que flutua do meu lado.
Seu olhar dissimulado
Tem o ar de quem odeia;
Não me lembra a lua cheia,
Não encanta namorados.
É um luar ensanguentado,
Pinselado de ferrugem.
Decerto pendem penumbras
E medos que desconheço
Da sua face de gesso
Maquiada de noturno.
                                                                                    Temo seu olhar avesso;

                                                                                           Me deixa assim, taciturno!